terça-feira, 27 de outubro de 2026

Aprender sobre o Autoconhecimento | Como encontrar Deus? | Como encontrar a Felicidade? | Karma

É bem interessante quando as pessoas usam expressões como "fulano não tem um bom karma" ou "eu acho que eu não tenho um bom karma". "Karma" é uma expressão que nós pegamos emprestada do sânscrito, então, na Índia, é comum esta expressão.

A palavra "karma" significa ação. Geralmente, as pessoas usam a expressão "karma" no sentido de uma resposta que está vindo do passado. Então, elas estão recebendo, segundo suas crenças, as crenças que elas têm, o resultado de suas más ações quando algo ruim está acontecendo. Mas, reparem, nós estamos lidando aqui com ideias.

O que temos feito juntos aqui, o que estamos fazendo juntos em todos esses encontros é investigar a verdade sobre a ilusão. É por isso que aqui estamos investigando com você esses aspectos da mente. A mente como nós conhecemos é a mente presa a um modelo de conceitos, de crenças, sugestões, ideias.

A mente que nós conhecemos é uma mente que foi educada, ensinada, orientada nessa direção. Nós temos uma mente que está presa a modelos de pensamentos culturais, sociais, religiosos, filosóficos, políticos. Nós temos uma mente condicionada, carregada, cheia desses modelos.

Nós precisamos descobrir a vida acontecendo nesse instante, exatamente como a vida é, e não como o pensamento nos diz que ela é, e não como o pensamento nos diz que ela deveria ser ou o que ela está sendo em razão disso, daquilo ou daquela outra coisa.

Nós vivemos fazendo essas ligações entre causa e efeito, falamos de ação e reação, falamos de resultados que estão vindo do passado para "mim". No entanto, quem é esse "mim"? Quem é esse "eu"? Quem sou eu?

Na procura por Deus, onde entra a pergunta "como encontrar Deus", a nossa ideia é de um projeto também a partir de uma evolução, de um crescimento, de uma mudança de comportamento e, portanto, de ações para obtermos esse resultado, que é esse encontro com Deus, algo que nós faremos, que nós realizaremos no futuro. No entanto, o que estamos vendo aqui com você é: qual é a verdade sobre tudo isso? - essa é a pergunta.

O que é isso que, no pensamento, nós imaginamos ser Deus? Na crença que recebemos, que é o pensamento que hoje temos, carregamos essa imagem que está lá para ser encontrada por "mim". Qual é a verdade sobre esse "mim"? O que são, de fato, nossas ações, e também nossas reações?.

Compreender a nós mesmos, aprender sobre nós mesmos, aprender a verdade sobre si mesmo, aprender sobre o Autoconhecimento é o que nos aproxima de uma visão real da Verdade da Vida, sem essas ideias. Nós amamos ideias, amamos conclusões, amamos crenças, amamos viver afirmando aquilo que nos foi dado como um conhecimento, e que hoje nós temos como algo que nós adquirimos e ficamos fazendo afirmações desse tipo, sobre causa e efeito, karma, não karma, sobre Deus, sobre a vida, sobre o porquê das coisas.

Nós estamos presos porque amamos teorias, amamos esse conhecimento que se adquire, mas não apreciamos a investigação da Verdade sobre nós mesmos. Nós estamos apenas acumulando informações, adquirindo mais e mais conhecimento sobre as coisas, como se isso pudesse nos dar uma compreensão da vida para uma qualidade de ação real livre, real em Amor, real em Liberdade.

Portanto, quando falamos também nesse encontro com Deus, ou nesse encontro com a Felicidade, a ideia é de uma ação que nos possibilite isso, que nos livre desse, assim chamado, "mau karma". Precisamos ter um encontro com Deus, precisamos ter um encontro com a Felicidade, precisamos ter um encontro com a Verdade, mas nós ficamos nesta ideia, nesta teoria.

Esse aprender sobre si mesmo não é algo que fascina, não é algo que nos encanta. Enquanto que, de fato, o que nós precisamos na vida não é de mais teorias, filosofias, crenças, conceitos ou ideias. O que nós precisamos na vida é ter uma aproximação de nós mesmos para uma compreensão direta da verdade sobre quem nós somos. Então, sim, nos deparamos com nossas reações.

Observe que as ações não são ações que estão produzindo consequências apenas. Observe que nossas ações são ações que se orientam pelo modelo do pensamento; naturalmente, são ações que nascem do passado. Sim, são ações reativas. Assim, nós não estamos diante de ações livres que estão atendendo a este momento de uma forma inteligente. Quando você diz: "Eu não tenho um bom karma", o que exatamente isso quer dizer? Quem é esse "eu"? Assim como o que é este karma a que você se refere?

A palavra que buscamos emprestada de algum idioma tem, para cada um de nós, um determinado significado, e nós empregamos a palavra com essa liberdade de que nós de fato compreendemos o significado daquilo. Mas qual é o significado da palavra "karma"? A ideia da ação, o conceito da ação é um modelo de pensamento que temos sobre aquilo. Qual é a realidade, qual é a verdade desta expressão, desta palavra?

A outra pergunta aqui é: quem é esse "eu"? Quem é este na ação? Quem é este que tem tal coisa como um bom karma ou um karma ruim? Quem sou eu? Quando nós afirmamos a presença da pessoa que nós somos, nós estamos afirmando uma sugestão dada pelo pensamento. É o pensamento que nos diz quem nós somos.

Mas qual é a verdade sobre você quando o pensamento não tem nada a dizer sobre isso? Qual é a Realidade deste Ser que é Você quando a palavra, o pronome "eu", não está presente? Quem é você? Se não sabemos a verdade sobre este "eu", como podemos fazer afirmações sobre a ação desse "eu"?

As nossas ações são ações que, de fato, acontecem, mas elas têm por modelo a premeditação do pensamento. Quando você toma uma ação, essa ação a partir desse "eu" é uma ação que nasce do pensamento. Então, primeiro nós temos o pensamento e depois a ação. A base da ordem é o pensamento, o plano e a execução. É isso que nós chamamos de ação. O que temos presente nesta ação é algo que vem do passado como um pensamento em expressão.

Assim, nossas ações não são ações livres, elas são ações reativas que nascem de uma reação de memória, de um modelo de pensamento. Nós estamos constantemente interagindo uns com os outros a partir de reações. Quando estou lidando com você, é a partir da ideia sobre quem eu sou nesta ação que acredito que preciso dela para interagir com você.

Nossas ações neste formato são ações que não correspondem à Realidade do momento, porque elas se ajustam a um modelo de pensamento que vem do passado; assim, são ações pessoais, particulares, centradas nesse "eu", nesse modelo de pensamento que trazemos do passado. Assim, as nossas ações são ações egocêntricas.

Quando, por exemplo, falamos em ter um encontro com Deus, ainda acreditamos que será a partir de modelos de ações estabelecidas por nós em práticas, assim chamadas, espirituais para realizar isso, ou seja, ainda são ações que nascem de um plano pré-determinado pelo modelo de pensamento. Mas será que o pensamento pode ter uma aproximação da Realidade Divina? Será que a ação que nasce desse "eu" pode nos aproximar daquilo que está além do pensamento, além das ações reativas, além deste "eu"?

A Realidade Divina não está dentro desse contexto de encontro possível. Quando tocamos na Realidade de Deus, estamos apontando para algo além da mente e, portanto, além do pensamento, além das nossas reações e além dessa sugestão de imagem que temos sobre quem nós somos, que é este "eu".

Portanto, o que é esse encontrar Deus - na pergunta "como encontrar Deus"? Esse encontrar Deus é se deparar com a Realidade da Vida sem o "eu", sem a mente, sem o modelo de reação ou de ação que vem do passado, que é fruto do pensamento. É isso que nós precisamos compreender.

Você não pode ter um encontro com Deus. A Realidade Deus pode, sim, se revelar, e de fato ela se revela quando descobrimos aquilo que aqui está presente além do pensamento, além das nossas reações, além dessa imagem estabelecida em nós, que é a imagem deste "eu".

Então, o verdadeiro encontro com a Felicidade, na pergunta "como encontrar a Felicidade", o verdadeiro encontro com Deus, na pergunta "como encontrar Deus", requer o descarte da ilusão, requer o descarte do modelo do pensamento, porque o pensamento é o estabelecimento da ilusão de uma identidade que se vê presente, que é o "eu", tomando ações que, na verdade, são reações porque nascem do próprio pensamento.

Como o pensamento em nós é a estrutura de uma imagem ou de uma imaginação que o próprio pensamento estabelece como sendo real, nós estamos lidando com algo falso. A Realidade do momento é a Realidade da Vida. Não existe nenhuma outra Realidade presente neste momento que não seja a Verdade Suprema, a Verdade Divina.

Portanto, não é algo para o futuro, não é algo que você encontra, é Algo que se Revela quando nós temos a base para isso. E o que é que nos dá a base para a Verdade desse encontro com Deus, desse encontro com a Felicidade? A base é se conhecer. A verdade sobre o "eu" é a compreensão de uma imagem que o pensamento estabeleceu em você sobre quem você é.

Quando eu pergunto o seu nome, você me diz o seu nome; quando eu pergunto o seu endereço, você me dá o seu endereço; quando eu lhe pergunto sobre a sua história, você descreve acontecimentos. Repare, tudo isso é o passado. O seu endereço é um conhecimento, que é o passado, o seu nome também, e a sua história também, mas isso não é você. Qual é a Realidade sobre você? Você não tem com base no pensamento. Você jamais terá a verdade sobre você no pensamento.

Portanto, compreender a Realidade é ir além do pensamento. É quando você tem a Verdade sobre a Vida. Ela, a Verdade sobre a Vida, é a Verdade sobre Você. Não há uma separação entre você e Vida, mas entre sua história e a Vida nós temos uma distância; essa distância, estabelecida no tempo, está estabelecida no pensamento.

O pensamento está no tempo, é o retrato do passado, é o retrato de imagens estabelecidas na memória, e a memória em seu cérebro é a lembrança, é o que já foi, enquanto que a Realidade aqui e agora é a Verdade da Vida, e a Verdade da Vida é a Real Felicidade, é o verdadeiro encontro com Deus.

Deus é a Realidade do momento quando a ilusão não está, e a ilusão é um modelo do passado, é um modelo do pensamento, é um modelo da memória procurando se estabelecer agora como sendo real. Então, o que temos como ilusão é o passado procurando se estabelecer nesse instante como sendo verdadeiro, enquanto que não existe tal coisa como um passado aqui, o que temos aqui é só uma recordação, uma lembrança.

Repare que é assim que estamos norteando nossas vidas, posicionando a pessoa que "eu sou" falando de uma possibilidade, que é a possibilidade de ter um encontro Deus; mas esta "pessoa", que é o "eu", é uma ficção, é uma imaginação, é uma ideia estabelecida aqui, pelo pensamento, é uma construção neste cérebro.

É o cérebro que estabelece a memória, e nesse conjunto de lembranças, o pensamento coloca uma entidade imaginária, que é o "eu". O que temos presente neste momento é a Vida. A Vida é o que acontece; o que acontece é a ação. Aqui, a palavra "karma" para a pessoa é a ideia de alguém na ação. Enquanto que, na vida, o que temos é a presença do que ocorre, é a presença do que acontece, mas não temos alguém.

Não há uma entidade presente na vida como ela acontece, mas o pensamento tem estabelecido em nós a ideia de alguém que se vê presente. Volto a dizer: esse alguém é um conjunto de memórias, de lembranças, de respostas de reações do passado, que são essas recordações. Esse é o seu nome, essa é a sua história, essa é a sua idade, esse é o seu corpo, mas a pergunta continua: quem é você?

Quando é que você se dá conta do corpo? Quando é que você se dá conta do nome, do endereço e da história? Não é quando o pensamento surge? Quando não há pensamento, nós não temos a presença do corpo nem da história, nem do nome, nem da idade. Quando não temos a presença do pensamento, nós não temos a presença da memória. Sem a memória, não há idade, não há história, não há passado, não há corpo, não há mente, não há mundo.

É o pensamento que lhe faz lembrar de que você tem duas mãos, um par de olhos. Observe que antes desta fala, quando aqui usamos a expressão "um par de olhos", nenhuma ideia de olhos você tinha. A ideia surge quando o pensamento surge, aí você se dá conta que tem um par de olhos, que tem um par de mãos, que tem um corpo.

Há uma Realidade aqui presente e essa Realidade é a Realidade deste Ser, esta é a Verdade de Deus, esta Verdade da Felicidade, esta é a Verdade da Vida. Isso se revela quando você aprende sobre si mesmo. Aprender sobre si mesmo é descartar a ilusão desse "mim" nesta compreensão da Realidade do momento, sem o passado, sem a memória, sem o pensamento. Isso é aprender sobre o Autoconhecimento.

Neste aprender sobre si mesmo, fica claro que quando nos direcionamos para a investigação do "eu", da natureza de nós mesmos, algo se revela além desse "mim", além desse "eu". Quando você vai ao encontro da resposta para a pergunta "quem sou eu?", fica claro que esse "eu" não está. Há Algo se revelando além desse conjunto de memórias, de lembranças, de recordações, além deste "eu", que é uma imagem que o pensamento estabeleceu aí como sendo você.

Nós temos esta revelação quando a ciência da Meditação se faz presente. A Meditação é esse encontro com a Vida sem alguém. Não existe alguém para a Meditação, existe a Meditação, que é a investigação da natureza desse alguém. A investigação da natureza desse alguém é o descarte desse "eu". Então a vida como ela é se mostra, e nela não existe a "pessoa", o "mim".

Não existe esse alguém para ações ou reações. Não existe esse alguém para essa ideia de ação, como, em geral, as pessoas usam a expressão "karma" para ações boas ou más. O que temos presente é a ação da Vida, e nela está esta ação divina. Como ter esse encontro com Deus? Tomando ciência da realidade do "não eu", da "não pessoa", desse "não mim".

A Verdade presente é a Vida. A Vida presente é a Felicidade, e a Felicidade é Deus. Não é a felicidade para o "eu". Quando usamos a expressão "felicidade" identificamos essa expressão com realizações externas, de preenchimento, de completude, de satisfação, de realização pessoal. A Felicidade, como a Vida ou a Verdade, não é pessoal. A Realidade não é para a pessoa, Deus é a Realidade, e Ela está presente quando não há mais ilusão.

Portanto, se conhecer, se compreender é assumir a Verdade d'Aquilo que Você é, não daquilo que o pensamento diz que você é, quando as pessoas acreditam que você é, quem elas acreditam que você seja para elas. É a Realidade que Você é, não na crença delas, não na crença que você tem sobre si mesmo, uma vez que toda a crença é a presença do pensamento, é uma sugestão dada pela memória, pelo passado, por lembranças de experiências pelas quais ele passou com você, ela passou com você, ou você teve consigo mesmo, mas isso é apenas pensamento. Não é o retrato da Realidade sobre Você, é o que o pensamento lhe diz sobre o que você viveu, é o que o pensamento diz para estas pessoas sobre quem você é.

Há uma Realidade presente; Ela não está no campo das ideias, das recordações, das lembranças, das memórias. Aprender sobre si mesmo é ter a Revelação da Vida, é ter a Ciência do seu Ser, isso é Felicidade, isso é a compreensão de Deus. Compreender Deus é Ser. Ser é Deus. Isso é Amor, isso é Paz, Liberdade, Felicidade.

Descobrir a verdade sobre si mesmo, assumir a Realidade da Vida é assumir a não dualidade, a não separação, a Verdade que aqui está presente quando o pensamento não está mais. O pensamento em nós é o elemento que separa, que divide, portanto, é o elemento que sustenta e alimenta os conflitos, os problemas. Todo o tipo de desordem e confusão na sua vida é na particular vida, onde o que está predominando é a presença do passado, que é a memória.

Você não tem nenhum problema com relação ao que será; o seu problema, no pensamento, é com relação ao que poderá ser para esse "eu", para esse "mim". Quando não temos a presença desse "eu", desse "mim", o pensamento perde a relevância; e se ele perde a relevância, não há passado, presente e futuro.

Nós não estamos lidando com problemas no futuro, estamos lidando com o modelo de pensamento que carrega problemas. Como esses pensamentos vêm do passado, eles podem se projetar para o futuro, mas para um futuro que está dentro do próprio modelo do pensamento. Nós não temos nenhuma ciência do futuro, no entanto, o pensamento projeta o amanhã e nós estamos vivendo neste padrão de modelo de pensamento, que é o pensamento que nos estabelece em um padrão de tempo criado por ele. Então, nós estamos vivendo ou no passado ou no futuro.

Esse passado e futuro é o passado do próprio pensamento. Livres do pensamento, estamos livres do tempo. Não existe tal coisa como o futuro quando o tempo não está mais presente. Não existe tal coisa como o passado quando o tempo não está mais presente, e o tempo desaparece quando o pensamento não está. Então se revela, aqui e agora, neste Estado Natural de Ser, a Felicidade. Esse é o Real encontro com Deus. Mas, observe: não há alguém tendo esse encontro com Deus; esse encontro com Deus é a Revelação de Deus para este corpo e esta mente.

Quando a mente está livre do passado, está livre do pensamento, porque está livre do tempo, então Deus se revela. Quando Deus se revela, a Realidade que é Você é a Realidade Divina, é a Realidade da Felicidade. Essa Presença de Ser é Meditação. Portanto, o que temos como base para uma verdadeira aproximação da vida não é uma identidade que se dirige para o futuro, mas é o fim para uma ilusão de uma identidade que aqui está se mostrando no momento porque está vindo do passado.

Portanto, a compreensão de si mesmo é o fim desse "mim". Quando há esta compreensão, Deus está presente. Deus é a Realidade presente assumindo esse espaço que é dele neste instante, neste momento, neste corpo, nesta mente. É o que estamos aqui com você investigando, explorando.

Portanto, esqueça essa ideia de bom karma ou um karma ruim, esqueça essa ideia de passado e de futuro, de um passado do qual você tem que se livrar e de um futuro que você precisa alcançar. A Realidade aqui está presente quando aprendemos a olhar para esse instante. A qualidade desse olhar descarta esse fundo, que é o passado, descarta esse futuro, que é a imaginação. O fim desse passado é o fim desse futuro, é a Ciência da Vida, é a Ciência de Deus.

Trabalhar isso diretamente requer descobrir como olhar, como escutar, como perceber nossas reações, descartando a importância e o valor que nós temos dado a esse padrão, a esse formato, a esse modelo de pensamento, de mente condicionada que nós temos. Então, o fim do passado é o fim do futuro, é o fim da ideia de alguém para chegar lá, para obter, para alcançar. Então a Totalidade do momento é a Verdade desse instante, é a Beleza do Amor, é a Beleza de Deus.

É o que estamos aqui, juntos com você, trabalhando nesses finais de semana. São dois dias juntos de uma forma online: sábado e domingo. Além desses encontros, temos encontros presenciais e, também, retiros. Portanto, se isso é algo que faz algum sentido para você, já fica aqui um convite para participar.

Fevereiro de 2026
Gravatá-PE
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