quarta-feira, 25 de março de 2015

Um Fluir Sem Razão - Satsang




Reparem o quanto é simples não pensar sobre isso, não tirar conclusões a respeito disso, não analisar isso. Reparem o esforço, o trabalho que temos, quando nos ocupamos em "tentar ser". 

Neste "como ser", nos afastamos de nós mesmos, tentando entender a vida, tentando entender os outros, e tentando nos entender. 

Que coisa sem sentido é dar um sentido ao que não tem! A vida não tem sentido, ela é só esse fluir sem razão, só esse acontecer sem um autor por trás disso. 

Esse autor não se ocupa em se apresentar, nunca, como alguém. Ele se contenta em ser nada e, por isso, pode ser tudo. 

Só ele pode dizer de si mesmo: "Eu!" Este é o único "eu". Seu estado real é esse Estado Natural.


Trecho de uma fala de um encontro presencial ocorrido em outubro de 2013


Acesse a nossa agenda e se programa para participar de um dos nossos encontros presencias.


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