quarta-feira, 20 de novembro de 2013

SATSANG – O DESTINO JÁ É O FIM, O RIO JÁ É O MAR!



Isso é muito natural, nenhum esforço, nenhum trabalho, nenhuma tentativa, nenhuma renúncia, nenhuma prática, apenas desistir. Esse desistir é ficar quieto.

É assim! Sorrir para o que é.

Ficar no seu lugar. O seu lugar é esse espaço de puro não agir, puro não ser, puro não fazer, puro não tentar, pura não prática. Como o rio, em alguns momentos ele é raso e estreito, passando por grandes dificuldades, em outros momentos ele é amplo, profundo e corre de forma caudalosa. Uma hora ele é amplo e raso, em outro momento lá na frente ele é amplo e profundo mas muito calmo, e ele termina no seu lugar.

Você é um rio, essa é a sua natureza divina, um rio que flui. Não há como não encontrar o destino. O destino para o rio é o mar, mas o rio já é o mar. O rio é só um outro nome, aparentemente para todas essas mudanças que parecem estar acontecendo aos olhos daquele que vê, mas já é o mar. O destino já é o fim.

O fluir é como aquele botão que deixa de ser botão e floresce. Mas o botão já é a rosa. Esse florescer é como esse fluir. Mas o destino já é o fim.

Você é um rio fluindo, aparentemente, porque na verdade você já é o mar.

Você é a rosa em botão, aparentemente, você é a rosa que floresceu.

Não há o que possa ser feito, porque não há alguém fazendo.

Assim, repito, DESISTA!

O que fazemos em Satsang é descobrir que não há o que fazer.
O propósito em Satsang é não ter propósito, vagabundar... Não há propósito, não há alvo, não há arqueiro, arco e flecha e alvo.

Nada estará que já não esteja. Nada será o que já é. Você já é isso! Hum?

Apenas fique quieto, a palavra que usamos aqui é: DESISTA!

Solte esse sentido de alguém na ação.

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