sexta-feira, 4 de outubro de 2013

Satsang pelo Paltalk - Apenas caia fora


A libertação do ego, a libertação do “eu”, a libertação de uma identidade separada é o claro percebimento disso: Você é essa Consciência. É isso que chamamos de Consciência: Aquilo que é imperecível, imutável, indescritível, inviolável, inatingível. Aquilo que permanece quando o corpo muda, quando a mente muda. Isso que é Você, que é Consciência, permanece. Isso é meditação.

Agora é um momento de meditação, um momento de imersão em sua Natureza Essencial. Meditação é investigação. Investigação é entrega à sua Verdadeira Natureza. Agora mesmo, tudo o que permanece é o silêncio, que é Consciência, que é Presença, que é Ser. Realize isso, o testemunhar “por detrás” de toda experiência, Aquilo que conhece toda experiência.

Ao mesmo tempo, Aquilo no qual a experiência está aparecendo sem qualquer separação. Aí está o Estado Natural, estado livre do ego, livro do “mim”, da “pessoa”, do “eu”. Ser é não saber. Se você tomar qualquer pensamento, sentimento, emoção, sensação, sem qualquer distância, sem qualquer separação, então termina a dualidade – dualidade entre aquilo aonde acontece essa coisa e essa coisa acontecendo.

Veja dessa maneira, veja essa Única Presença. É possível olhar assim. Olhar assim significa olhar sem um observador, sem “alguém” nessa coisa. Um pensamento agradável ou desagradável, um sentimento agradável ou desagradável, uma sensação boa ou ruim não faz a menor diferença – é só uma sensação, é só um sentimento, é só um pensamento. Esse é o “exercício”: apenas caia fora.

2 comentários:

  1. Não existe consciência sem memória e Krishnamurti já falava isso.... A própria consciência em si é o "ego". Vejo, por exemplo, que você contradiz o Maharshi a não estabelecer uma "meditação deliberada", da qual Maharshi dizia ser fundamental, e também no fato de não estabelecer um método, que Maharshi também acreditava ser fundamental. Nesse ponto você está em consonância com Krishnamurti. Entretanto, você contradiz K. em certos ensinamentos. Krishnamurti queria demonstrar que o estado natural do ser humano é a própria violência e não uma verdadeira natureza, que é presença. Nesse ponto você está em consonância com Maharshi. Fica confuso se você mistura os dois ensinamentos. Seria interessante você se aprofundar em um apenas, para ficar menos confuso os textos.

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    1. O ponto aqui menino é que não sei exatamente o que Ramana disse ou Krisnamurti, e não me importo de dizer as coisas da forma como digo, não há qualquer verdade na fala, ou qualquer ensino nelas, Ramana e krisnamurti disseram coisas, mas nunca estudei o que eles disseram, não há qualquer ensino em suas falas, uma única palestra de Krisnamurti já nos mostra isso, uma única frase de Ramana já nos mostra isso.

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