segunda-feira, 23 de setembro de 2013

Satsang pelo Paltalk - O que buscamos profundamente


Tudo o que buscamos profundamente é o Amor, a Paz e a Felicidade. Todos querem isso, todos sentem a importância disso. É o que todos nós profundamente desejamos. E quando compreendemos o que nós profundamente desejamos – porque todos desejam, mas de uma forma completamente inconciente do que de fato significa isso, então termina que se perdem. Eles se perdem nessa busca, nessa procura, porque lhes falta essa compreensão do que significa realmente Amor, Paz e Felicidade.

Reparem que buscamos Amor, Paz e Felicidade em objetos, em atividades, em relacionamentos,  em estados internos. Então, aquilo que é na verdade um desejo natural, um desejo que é um anelo por nossa Real Natureza, por essa Verdade que já somos, por essa Verdade que trazemos, isso termina se transformando num esforço para determinadas direções, e nelas nós nos perdemos.

Focamos nessa busca para o lado de fora. É do lado de fora que queremos encontrar isso, em objetos, em atividades, em relacionamentos, ou queremos encontrar isso em estados puramente mentais, e assim buscamos toda forma de estímulo que possa nos proporcionar um estado de paz, de amor, de felicidade. Então, esse esforço nessa direção equivocada se confirma dia após dia após dia, em constante decepção, em constante frustração. E isso por quê?

Porque nós não podemos conhecer a Felicidade. Não podemos adquirir a Felicidade, não podemos realizar a Felicidade. Porque Felicidade, Amor e Paz é essencialmente Aquilo que somos agora mesmo, aqui, neste instante. Não podemos conhecer a Felicidade, só podemos ser a Felicidade. Assim como não podemos ser a infelicidade. Nós podemos conhecer a infelicidade.

Ou seja, ser a Felicidade é o que podemos ser. Conhecer a infelicidade é o que podemos fazer na procura da Felicidade em objetos, em relacionamentos, em realizações, e assim por diante. Felicidade, Amor e Paz é o seu Estado Livre dessa ilusão – a ilusão de uma identidade separada, a ilusão do “mim”, do “eu”, do “ego”. Quando não há o “eu”, o “mim”, o “ego”, é impossível a infelicidade. Nesse “mim”, “eu”, “ego” é impossível a Felicidade.

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