sexta-feira, 19 de julho de 2013

Satsang - Estar só, livre para olhar




Vamos assumir "essa" ou "aquela posição", vamos levantar "essa" ou "aquela bandeira", vamos entrar "nesse" ou "naquele movimento", vamos "reformar", vamos "mudar", vamos "ajudar", vamos "cooperar", vamos "trabalhar juntos", vamos "empreender", vamos "fazer". Essa é a ideia de uma "identidade coletiva". Existe a ideia de uma identidade individual, e agora a ideia de uma identidade coletiva.

Ficar só...

...e descobrir nesse "estar só", que não há alguém...

...curioso dizer isso, mas é nesse "estar só"...

Quando se está só, é quando se está livre. Livre para olhar isso tudo, para observar isso tudo; isso que é comum, coletivo; isso que é o modelo de linha de produção.

"Investigar tudo isso, e ver a falácia, a fraude, que é isso tudo".

Somente quando se está só, se pode constatar que não há tal coisa, como estar só, como alguém só.

Reparem como é simples "desaprender", mas como nos parece complexo essa coisa. Isso, porque até no "desaprender" você quer "aprender", você quer "entender"; você quer sair daqui com uma "fórmula", com um modelo de ação, e estar só sem nenhum suporte desses... São os padrões da indústria.

Vivemos nessas fábricas para cada produto, para cada modelo de produto, um design, um formato, uma cor, um símbolo, *uma variedade, e depois uma aprovação para sair para o mercado para as relações humanas...

Percebe(m) o que estamos dizendo? Ou não?

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